Sociedade e governo caminham juntos na construção do desenvolvimento com inclusão social

A sociedade e o governo estão caminhando juntos para a construção do desenvolvimento com inclusão social por meio de programas governamentais voltados para a agricultura familiar, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e a política de assistência técnica, durante o O III Congresso Nacional do Cooperativismo Solidário: Desenvolvimento com Inclusão Social, aberto nesta terça-feira (19), em Brasília.

No congresso, Maya Takagi pediu o apoio de todos na busca dos extremamente pobres e afirmou que um dos maiores desafios é identificar a população para quem as políticas públicas ainda não chegaram; organizar cooperativas para comercializar com o governo, com os estados e junto à rede varejista; dinamizar as regiões oprimidas; desconcentrar a produção; e fomentar as organizações e cooperativas, principalmente as de mulheres, quilombolas e ribeirinhos.

Para o presidente da União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes), José Paulo Ferreira, o Brasil vem sendo visto como referência em estratégias como a da agricultura familiar, ele ainda ressalta a importância da organização e dos trabalhadores em cooperativas como algo a ser fortalecido, visto que, desta forma, é possível motivar a produção, a inclusão social e o combate à pobreza. Já, Jorge Streit, da Fundação Banco do Brasil, nos mostra que muitas políticas públicas já foram conquistadas, como por exemplo, a construção de projetos que disponibiliza recursos para a economia solidária e a agricultura familiar.

A agricultura familiar é vista como a prova da inclusão social, e diversas entidades acreditam que ela deve ser defendida, visto que, além do desenvolvimento das famílias, ela ainda acarreta na proteção ao meio ambiente e a produção de alimentos. Para Afonso Florence, ministro do Desenvolvimento Agrário, ela representa um dos pilares da política do Governo Federal, pois além de produzir alimentos, gera emprego e autonomia. Além do incentivo à agricultura familiar outro assunto bastante tratado é o papel das cooperativas, nas quais, as entidades vêm apostando bastante, pelo fato de ser uma “semente para um futuro democrático”.

O futuro já está ai e as medidas e ideias propostas devem ser praticadas e levadas a sério tanto pela sociedade quanto pelos governantes. Cabe a nós ficarmos de olho no andamento destas medidas, bem como, ajudar no desenvolvimento social e nas iniciativas voltadas à inclusão social.

Fonte:Brasil sem Miséria

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