Saco é um Saco

Em nosso post de hoje temos a participação de Thais Teisen, estudante de jornalismo das Faculdade Integradas Alcântara Machado – FIAMFAAM, repórter e redatora do site CicloVivo, e apresentadora do Programa CicloVivo, que vai ao ar às quartas-feiras pelo canal de TV pela internet allTV, o qual teve hoje como entrevistada, Cinthia Magalhães, responsável pelo departamento de comunicação da DryWash. Neste post, Thais nos mostra como podemos substituir os sacos plásticos, apresentando algumas alternativas para acabarmos de vez com eles.

Existe vida além das sacolas plásticas

Os sacos plásticos são grandes vilões da natureza, no entanto muitas pessoas continuam a utilizá-los por comodidade ou com a desculpa de que os acessórios são úteis para o descarte de lixo. A verdade é que existem muitas alternativas para esse problema.

Para conscientizar as pessoas de que as sacolas plásticas podem causar grandes impactos no meio ambiente, o Ministério do Meio Ambiente lançou no ano passado a campanha Saco é um Saco, para mostrar os estragos que um item aparentemente inofensivo pode oferecer e mostrar soluções.

Além disso, algumas cidades espalhadas pelo Brasil proibiram os comércios de distribuírem sacolas plásticas livremente. No Rio de Janeiro, por exemplo, os clientes que rejeitarem o item têm descontos na compra e os estabelecimentos que não se adaptarem à legislação são obrigados a pagar multas.

Com essa norma se tornando cada vez mais comum, é importante apresentar ao consumidor maneiras alternativas para suprir as funções que são normalmente exercidas pelas sacolas plásticas.

A primeira delas já foi apresentada anteriormente pelo CicloVivo e provou ser eficiente, trata-se do saquinho de jornal, que pode ser feito em casa, reaproveitando mais um item que normalmente é jogado fora com pouca utilidade.

Outra opção é o saco reciclado que, como o nome já diz, tem em sua matéria-prima itens plásticos já utilizados anteriormente. As sacolas normalmente disponibilizadas nos mercados, não podem ser feitas nesse mesmo formato por causa das normas de saúde estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Como a principal utilização dos saquinhos plásticos é normalmente o descarte de outros resíduos, também é possível usar uma caixa de papelão para cumprir essa função. O impacto do papel na natureza é muito menor do que o do plástico, que chega a demorar até 400 anos para se decompor.

Reduzir a quantidade de lixo produzido também é um jeito eficiente de diminuir o grande número de sacolas plásticas descartadas no meio ambiente. Por isso, além de destinar os resíduos sólidos à reciclagem, é interessante trabalhar com a compostagem do lixo orgânico, que pode ser feita dentro de casa, de maneira simples e sem tecnologia. Para isso, as únicas coisas necessárias são: caixa, terra e minhoca.

Os motivos para rejeitar as sacolinhas plásticas são muitos e a solução para elas também. Portanto, independente de leis ou campanhas, o que vale é a consciência de cada um em estar fazendo o melhor para o futuro do planeta.

Texto por: Thais Teisen
Site: http://www.ciclovivo.com.br

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