O legado de Steve Jobs

Na noite do dia 05 de outubro, foi noticiada a morte do fundador da Apple, Steve Jobs. Além de revolucionar o mundo digital, ele mostrou que essas tecnologias estão integradas, sim, com a sociedade, mas também com o meio ambiente.

Após um estudo divulgado pelo Greenpeace em 2006, que alertou sobre substâncias tóxicas presentes nos produtos da companhia, a Apple desenvolveu uma série de melhorias com o objetivo de reduzir os danos à saúde, tanto dos consumidores, quanto do planeta.

Steve Jobs, inclusive, se retratou ao público, assumindo as falhas da empresa e propondo exterminar os riscos existentes até então. Três anos depois dessa proposta, um novo dado da mesma fonte que antes avisou os consumidores da toxidade, apontou que o produto da Apple estava “livre de substâncias danosas”. Na escala de classificação desse tema, a empresa ainda não tem uma pontuação considerável, porém, foi elogiada quanto à redução do uso das substâncias agressivas.

Em 2008, foi lançado o MacBook Pro, que possui como slogan “o mais ecológico da história”. A máquina consome apenas 1/3 de energia de uma lâmpada sem perder seu alto desempenho. Não possui mercúrio, PVC e arsênio em sua composição, além de ser manufaturado em monobloco, facilitando a reutilização de suas peças no descarte do equipamento. Assim como o MacBook Pro, a Apple busca aplicar esse conceito nos demais produtos. Outro caso é o iPad, que traz como vantagem sustentável mais visível a facilidade para leitura sem precisar de uma única folha de papel.

Essas e outras práticas mostram que a tecnologia deve estar aliada ao meio ambiente, à sociedade e à economia, caminhando ao lado dos três pilares da sustentabilidade, trazendo desenvolvimento e facilidades para as pessoas, ao mesmo tempo que incentiva à práticas ambientais.

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