Mesmo com todos os incidentes, Japão e outros países continuarão investindo em usinas nucleares

Os países do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) tem sido os grandes protagonistas do aumento de produção nuclear no mundo, e ainda assim, programa aumentos. Até o ano de 2030 a China e a Índia prevêem produzir mais energia nuclear do que produzem hoje em dia, respectivamente, 18 e 14 vezes mais. Até mesmo o Japão, com todas as fatalidades, tem planos de criar mais 14 novas usinas nucleares, que serão somadas às 55 que já existem em seu território.

Devido ao aumento gradativo da situação causada pelos acidentes nucleares na usina de Fukushina, o primeiro – ministro japonês, Naoto Kan, diz que irá repensar sobre o assunto. O plano do país era crescer, em 10 anos, de 26% a 40% o número de usinas do país. No entanto, o governo japonês pode ter que fechar plantas nucleares nos próximos meses, devido a problemas na infraestrutura e pela pressão pública para diminuir o uso deste tipo de energia.

A energia nuclear é muito valorizada pelos japoneses por ser tão eficiente e menos poluente do que outras fontes, como o petróleo. Segundo o economista senior do Banco Mundial Hironori Kawauch, é possível que no futuro o país siga a tendência americana e invista em energia limpa, como a solar e a eólica, mas há mais chances de o governo vir a explorar mais o gás natural, por ser muito utilizado no Japão, tema que deverá ser discutido em breve pelas autoridades japonesas.
Apesar de toda a discussão a respeito da energia nuclear, todos os outros países que planejam aumentar sua produção não visam interromper os planos de implantação de mais usinas, mas sim rever políticas e práticas de manutenção dessas, analisando fontes alternativas de energia mais limpas.

Fonte:Terra, Revista Enem

Sobre DryWash

Rede especializada em produtos e serviços para limpeza e conservação de veículos. Com foco em desenvolvimento sustentável, inovação e qualidade.
Adicionar a favoritos link permanente.