Graffiti, arte e inclusão social

O graffiti é uma expressão artística que teve como essência as ruas, servindo também como forma de manifestação social. Esse tipo de arte provoca identificação e atração, especialmente pelos jovens, isso fez com que muitos artistas de rua tenham aproveitado para usar o graffiti como ferramenta de reintegração de crianças e adolescentes na sociedade.

Muitos artistas vêm desenvolvendo projetos sociais em parceria com o governo ou de forma independente, com o intuito de criarem programas que ajudem no desenvolvimento pessoal e no aprendizado de competências básicas para o trabalho e geração de renda, fazendo com que crianças e jovens, independentemente de suas classes, mantenham-se afastados da marginalidade. Esses graffiteiros criam junto às escolas e ONGs, oficinais de graffiti que contam com a participação de crianças e jovens que estão à margem da sociedade.

Além de poder se expressar nas paredes e muros das cidades, os jovens que fazem parte deste programa, ainda se tornam aptos a expressar sua arte em galerias, nas estampas de camisetas, painéis, e o que mais vier pela frente. Isso faz com que a arte seja democratizada, permitindo aos jovens aprendizes do graffiti, desenvolverem suas capacitações artísticas, e também, a entrarem em contato com outras manifestações, como a música e a cultura.

O graffiti possibilita que o jovem se expresse e se comunique com a sociedade, aguçando seu senso de transformação social, permitindo mostrar sua forma de ver o mundo e fazendo as pessoas abrirem os olhos para os problemas e diversidades de nossa sociedade. Esses trabalhos sociais são encontrados principalmente nas grandes cidades. Aqui em São Paulo, você pode conferir algumas oficinas e projetos envolvendo graffiti, como o Projeto Quixote , Juventude Inclusiva e Oficinas com Celso Gitahy.

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