Esporte como parte da inclusão social

Independente do esporte que praticamos, sabemos que ele é essencial para mantermos uma vida saudável e menos estressante. No entanto, nem sempre temos consciência que, além disso, ele é um fator muito importante para a ressociabilização de pessoas à margem da sociedade. É muito importante também, saber escolher qual atividade lhe agrada e adequa-se ao seu perfil, pois é fundamental que a modalidade praticada lhe traga prazer e bem-estar brudtärnor .

O futebol de campo é um esporte bastante retratado quando se fala de inclusão social, pelo fato de estar muito presente em nossa cultura e de ser de fácil manejo pelas ruas da cidade. De início, sempre foi muito recorrente nas ações de inclusão social; no entanto, hoje vemos a continuidade de seu papel, mas ao mesmo tempo, estamos diante de um panorama diferente, onde é possível identificar a expansão de outras modalidades esportivas no quadro de inclusão social. Vemos a atuação de esportes como o vôlei, o boxe, o basquete, o atletismo, e mais recentemente, esportes como o Skate e o Tênis, que vêm marcando presença no papel da reintegração social.

O Tênis possui um histórico de ser um esporte de elite, mas esse cenário está mudando, já que está sendo utilizado como modalidade de integração social também. Ao se ensinar esse esporte às crianças e aos jovens, é possível permitir que eles se sintam participantes da sociedade, além de permitir-lhes desenvolver habilidades de concentração e coordenação motora, fundamentais para o desenvolvimento físico, psicológico e no processo educacional.

Com o Skate não é diferente, as ações sociais que o envolvem vêm apresentando um ótimo trabalho de inclusão social. O intuito é levar uma alternativa divertida para crianças e jovens que possam botar o esporte em prática nas pistas públicas da cidade, principalmente em regiões carentes de áreas de lazer, onde o índice de vulnerabilidade infantil é alto. Segundo o empreendedor social e skatista Testinha, a filosofia do skate é possível ser associada a da vida “Quando o menino toma um tombo, precisa levantar e ver onde errou e depois acertar a manobra da vida”.

É importante lembrarmo-nos do importante papel da escola pública e de qualidade neste papel da reintegração. Sem ela, a eventual mobilidade social, resultante da inclusão social de uma criança carente e de sua família, não se mantém no tempo. Assim sendo, a ex-criança carente, transformada em atleta de renome, encerra a sua carreira, o que, em geral, acontece em pouco tempo, e reinicia o ciclo vicioso da carência social. A partir do momento que houve uma educação básica e de qualidade, permitimos ao atleta, a continuidade em sua vida, onde este se tornará apto a procurar um emprego e a competir no mercado de trabalho.

Fonte: VitaPlena, Perraps, TottalMarketing

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